Adquirir um direito minerário sem due diligence é um dos erros mais caros no setor. Veja os pontos técnicos e jurídicos que precisam ser checados antes de fechar negócio.
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Comprar ou arrendar um direito minerário sem uma due diligence completa é assumir riscos que só aparecem depois — muitas vezes quando já não há mais como reverter o prejuízo. A avaliação prévia precisa cobrir tanto os aspectos técnicos quanto os jurídicos do ativo.
Due diligence jurídica
- Situação processual do direito minerário na ANM (fase, pendências, notificações)
- Existência de sobreposições com outros processos minerários
- Regularidade ambiental (licenças vigentes, condicionantes cumpridas)
- Situação fundiária da área (propriedade, servidão, conflitos com superficiários)
Due diligence técnica
- Qualidade e confiabilidade dos dados de pesquisa mineral já produzidos
- Estimativa de recursos e reservas — e sob qual norma foram calculadas
- Infraestrutura disponível na região (acesso, energia, logística de escoamento)
- Passivos ambientais existentes na área